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para pais e alunos      
estatistica crsi  

Constituição da Républica Portuguesa

Artigo 57.º, Direito à greve e proibição do lock-out

1. É garantido o direito à greve.
2. Compete aos trabalhadores definir o âmbito de interesses a defender através da greve, não podendo a lei limitar esse âmbito.
3. A lei define as condições de prestação, durante a greve, de serviços necessários à segurança e manutenção de equipamentos e instalações, bem como de serviços mínimos indispensáveis para ocorrer à satisfação de necessidades sociais impreteríveis.
4. É proibido o lock-out.

 
estatistica GEPE/ME    
relatório IGE/ME    
relatório Rochette  
estatal ou privado    
 

Liberdades de aprender e de ensinar

Quem sabe, ensina. Quem ensina com liberdade, educa. Quem sabe educar com liberdade e amor, desenvolve integralmente o educando.

Quem tem liberdade de aprender descobre que a verdadeira liberdade reside em ter um pensamento próprio e que a liberdade plena só é atingida quando o indivíduo tem a capacidade de dar a sua contribuição pessoal aos interesses de um grupo e não quando este mesmo grupo impõe os seus interesses ou quando estes são impostos por meio da autoridade
(adaptado de eduquenet.net).

inclusão  
internet segura  
dá sempre jeito    
sementes

O que está em causa

Mobilidade Especial
O que querem os sindicatos
Apesar do regime da mobilidade especial –agora chamado requalificação– se aplicar a todos os funcionários públicos, no caso dos professores, essas regras nunca foram regulamentadas em diploma próprio. Os sindicatos querem que assim continue, até porque argumentam, se ministro e primeiro-ministro dizem que nenhum professor deverá ir para a requalificação, então não é preciso estabelecer desde já as regras para o setor.

Deslocações
Quais são os limites?
Na FP um trabalhador sem serviço é obrigado a aceitar uma recolocação num raio de 60 kms. Na educação, pode ultrapassar os 150 km, obrigando um docente efetivo a mudar de escola, mas também de casa. O MEC reduziu a dimensão dos Quadros de Zona Pedagógica (QZP) de 23 pra 10 alegando que assim dá mais oportunidades aos professores para encontrar colocação: a unidade territorial em que de movimentam é maior. Os sindicatos querem a aplicação dos mesmos limites que a FP.

Horário de trabalho
Tempo de aulas
Nuno Crato garante que não aumentará o tempo de aulas e que o alargamento do horário para as 40 horas incidirá apenas na componente não letiva, ou seja, sme impacto na redução de docentes. Mas os professores temem a prazo. A única forma de o assegurar é mantes as 35 horas semanais, dizem. Ou então assumir por escrito

 


O MEC alega que os docentes não podem ficar de fora de um regime que se aplica a toda a Função Publica (FP), mas reconhece especificidades da profissão e aceita negociar alterações às regras gerais. Admite dilatar o prazo de aplicação para 2015 (e não já este ano como acontece com os restantes funcionários). E que a contagem do tempo de permanência na requalificação volte a zero no caso de um professor em mobilidade arranjar temporariamente um lugar numa escola




















In Expresso 23.jan.13

In Público 25.jun.13

Entretanto, apesar de não haver acordo total, a greve às avaliações foi suspensa

- Os representantes dos sindicatos e o secretário de Estado da Educação, assinam uma “ata negocial”, que permite que já nesta quarta-feira comecem a ser lançadas as notas de cerca de um milhão de alunos.
- Foi adiado para fevereiro de 2015 da entrada em vigor da mobilidade na educação.
- Os professores que estão com horário zero vão poder desempenhar outras funções nas escolas, relacionadas com o combate ao insucesso escolar, por exemplo, apoio ao estudo, coadjuvação de aulas ou aulas de substituição.
- A componente letiva passa a ser considerada no caso dos professores diretores de turma.
- Mais de 4000 professores que estão à espera da reforma não vão ter turmas atribuídas no próximo ano letivo, libertando esses horários para outros docentes.

Depois do exposto, há que ler ainda com atenção o que consta em fenprof.pt (25.jun.13)
"A manutenção, na Assembleia da República, de projetos de lei para regulamentar o horário das 40 horas e a mobilidade especial, impedem esse acordo e devem mobilizar-nos para a realização de uma grande Greve Geral no próximo dia 27 de Junho.”

Ata conclusiva das negociações sindicais de 24.jun.13

greve não ou greve sim
Em defesa da Escola Pública
Escola BS Quinta das Flores, Coimbra. In http://www.arlindovsky.net, 15.mai.13  
Passos pede aos professores para protestarem apenas na greve geral

In http://www.tvi24.iol.pt, 07.jun.13
greve não
"[...] o Estado não pode sustentar o mesmo número de professores, se os portugueses não fazem filhos."
Miguel Sousa Tavares. In Expresso, 15.Jun.13
"[...] quando um professor escolhe essa profissão já sabe ao que vai, [...] não é propriamente enganado."
O arrumadinho. In http://oarrumadinho.sapo.pt, 18.jun.13
"NÃO fiz greve às avaliações e amanhã NÃO vou fazer greve ao exame."
Clara Ferreira Alves. In Expresso, 22.jun.13
greve sim
"A má gestão é que nos levou a este marasmo, não fui eu, nem os meus pais."
Anabela Bragança. In http://educar.wordpress.com/2013/06/19/respondendo-a-miguel-sousa-tavares-anabela-braganca/, 19.jun.13
"[...] o Estado deve continuar a sustentar o mesmo número de professores [...]"
Catarina Ivone. In https://www.facebook.com/paginaatequando, 19.jun.13
"A credibilidade foi pulverizada. O rigor substituído pela batota. A seriedade submersa por sujidade humana."
Santana Castilho. In www.publico.pt, 19.jun.13
greve
"Eu continuo a achar que a decência mobiliza muito mais do que a 'escola pública' [...]"
José Pacheco Pereira. In As Minhas Leituras, 17.jun.13
Adesão
Mário Nogueira vs Marcelo Rebelo de Sousa
Este dossier começou a ser construído em 22.jun.13 e a última atualização foi feita em 25.jun.13
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